14 de maio de 2018, 20h13

Carlos Resende: “São estes jogos que nos permitem crescer”

Andebol

O treinador da equipa de andebol do Benfica anteviu o clássico com o FC Porto da 9.ª jornada da fase final do Campeonato Nacional de Andebol 1.

Carlos Resende acredita numa equipa do Benfica motivada e pronta para crescer como coletivo. Foi assim que o técnico lançou o desafio da 9.ª ronda da fase final do Campeonato Nacional de Andebol 1, com o FC Porto, agendado para as 20h30 de quarta-feira, no Dragão Caixa.

“É um jogo engraçado. Estamos a falar de uma das melhores equipas a jogar andebol em Portugal. Para nós, quer treinadores, quer jogadores, são aqueles jogos que são mais fáceis de enquadrar, na medida em que os índices de motivação estão elevados. São também estes jogos que nos permitem crescer, disputados e que nos colocam dificuldades. Vai ser um jogo semelhante ao que temos feito com o FC Porto, em que as duas equipas vão querer vencer”, analisou, em declarações à BTV.

Se evitar a derrota no Porto, o Benfica assegura, desde logo, a 2.ª posição da classificação, mas Carlos Resende pensa na vitória.

“Se pontuarmos [empate ou vitória] ficaremos, garantidamente, no 2.º lugar. Claro que é importante, mas não é por isso que queremos vencer. Queremos vencer porque somos uma equipa altamente profissional e se não entrarmos dessa forma, não fará sentido”, referiu.

Ricardo Costa regressou ao FC Porto como treinador interino depois de ter passado pelo Avanca, anterior opositor das águias.

“O Avanca tem algumas semelhanças com o FC Porto em termos ofensivos e defensivos, até porque o atual treinador interino do FC Porto foi treinador do Avanca grande parte da época”, considerou.

Na atual época, nos clássicos entre os dois emblemas, quem jogou em casa venceu sempre, mas Carlos Resende desvalorizou esses números e recordou o título de Campeão que conquistou com o ABC.

“À partida é sempre mais simpático jogar em casa do que fora, mas tudo pode acontecer em desporto. Por exemplo: quando estávamos a disputar o play-off final, eu noutra equipa e na luta contra o Sporting, perdi os dois jogos em casa e venci os dois jogos fora, e na negra conseguimos vencer. Não houve uma lógica de jogar em casa ou fora. O que interessa é todos os esforços que colocamos no presente e o que podemos ganhar no futuro”, lembrou.

Texto: Marco Rebelo

Fotos: João Paulo Trindade / SL Benfica

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