24 de junho de 2019, 14h47

"Violência Fora de Jogo"

Fundação Benfica

Protocolo assinado entre a Fundação Benfica, o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e o Alto Comissariado para as Migrações.

Foi assinado na manhã de segunda-feira, na Casa Pia, o protocolo "Violência Fora de Jogo", que visa a prevenção e erradicação da violência. Fundação Benfica, Instituto Português do Desporto e Juventude e Alto Comissariado para as Migrações unem forças contra um problema transversal à sociedade portuguesa.

O presidente executivo da Fundação Benfica, Carlos Moia, explicou os propósitos deste protocolo, que se baseia em dois pontos fulcrais: formação e comunicação.

"Vamos produzir conteúdos e suportes formativos para atletas e pais, técnicos, dirigentes e educadores. Vamos ensaiá-los em contexto real durante uma época desportiva, usando o Universo Benfica como um laboratório de experimentação e melhoria das soluções desenvolvidas, de forma a que o produto final seja sólido, eficaz e eficiente", objetivou.

Violência fora de jogo

"Vamos comunicar, à sociedade portuguesa, modelos de prevenção e atuação, disponibilizando informação acessível e autoexplicativa a atletas e pais, bem como programas e suportes formativos gratuitos a organizações, clubes, escolas e instituições que organizem formação e/ou competições desportivas formais ou informais", garantiu Carlos Moia. 

O Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e o Alto Comissariado para as Migrações também se fizeram acompanhar dos seus representantes e, de forma sucinta, traçaram as bases para o sucesso desta ligação.

Violência fora de jogo

"Este é um projeto piloto que, para nós, é um ponto de partida e não um ponto de chegada. A 'Violência Fora de Jogo' é o pano de fundo do que queremos implementar e pôr no terreno. O desporto não é uma bolha isolada da sociedade. Se a violência existe na sociedade, então no desporto também acontece", assegurou Vítor Pataco, presidente do IPDJ.

"O caminho agora é dar forma e construir um plano de formação, algo que tem sido feito pelas várias entidades, Fundação Benfica, pelo IPDJ e pelo Alto Comissariado para as Migrações, pelas várias multiplataformas que têm", assinalou Luísa Malhó, representante do Alto Comissariado para as Migrações.

"Mas agora temos aqui um compromisso assumido, temos um plano de formação para construir, para formar técnicos, para formar dirigentes e coordenadores de projetos de escolhas, tudo em prol de combater todas as formas de violência que existem atualmente", acentuou Luísa Malhó.

Texto: Diogo Nascimento

Fotos: João Paulo Trindade / SL Benfica

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