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Alentejo

A história do vinho e da vinha no território que é hoje o Alentejo exige uma narrativa longa, com uma presença continuada no tempo e no espaço, uma gesta ininterrupta e profícua que poucos associam ao Alentejo. Uma história que decorreu imersa em enredos tumultuosos, dividida entre períodos de bonança e prosperidade, entrecortados por épocas de cataclismos e atribulações, numa flutuação permanente de vontades, com longos períodos de trevas seguidos por breves ciclos iluministas e vanguardistas.

Em destaque

Um pouco de história

Bairrada

Alentejo devolvido aos portugueses

O Alentejo afirma-se como uma das mais vibrantes regiões produtoras de vinho

Não é certo quando, nem quem, começou a cultura do vinho e da vinha no Alentejo. O que é certo é que foi há muito, muito tempo. Portugal, convém não esquecer, faz parte do Velho Mundo e já teve muitos povos e religiões como inquilinos – ou senhorios, dependendo do ponto de vista.

Fenícios, Gregos, Romanos, Árabes e Cristãos – todos terão passado alguns serões aquecidos por vinho Alentejano. Bem, quase todos, na medida em que os Árabes a dada altura da sua ocupação deste território acabaram por censurar o seu consumo – aqui está um verdadeiro pecado.

Felizmente para nós, que gostamos de vinho, a história acabou por ver o Alentejo devolvido aos portugueses – e o vinho devolvido ao Alentejo. Hoje, após séculos de altos e baixos, o Alentejo afirma-se como uma das mais vibrantes regiões produtoras de vinho português, tendo vindo a multiplicar-se em quantidade e a reinventar-se em qualidade. A prová-lo está o facto de quase metade do vinho consumido em Portugal ser alentejano.

O que esperar

Horizontes planos, ventos brandos e muito sol

Elementos importantes para uma boa época de férias balneares e, mais importante para a nossa causa, para adoçar as uvas e criar vinhos de qualidade, com uma notável capacidade para evoluírem bem e rapidamente, oferecendo um enorme prazer.

Notas de prova

Tintos

De cor rubi definida ou granada, são encorpados, ricos em taninos com aromas a frutos silvestres e vermelhos maduros, macios, quentes e equilibrados.

Castas comuns

Alfrocheiro, Alicante Bouschet, Aragonez, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Touriga Nacional, Trincadeira.


Brancos

São geralmente suaves equilibrados de cor palha, aberta ou citrina, frutados no aroma, frutos tropicais e no sabor com algum corpo.

Castas comuns

Antão Vaz, Arinto, Fernão Pires, Roupeiro.


Selo de Garantia:

Cabe à CVR do Alentejo atribuir o selo de qualidade aos vinhos DOC ou IGP desta região – no último caso, terão no seu nome a menção Vinho Regional Alentejano.

Fonte:

IVV e CVR Alentejo.

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