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O técnico dos encarnados abordou o tema videoárbitro na antevisão ao Moreirense e deixou uma sugestão.
06 janeiro 2018, 18h24
“Não vou comentar as palavras do Sérgio Conceição, mas o que me apraz dizer é o seguinte: não sou criança ou tonto. O que abordei no final do dérbi foi para defender o Benfica, mas também como agente que vive estas novas realidades e que sente que pode colaborar, pois quem sente isto no dia-a-dia tem outra sensibilidade. O que transmiti no último jogo não tem a ver com o Benfica concretamente, mas sim com a realidade do videoárbitro. Não tenho nada contra o Hugo Miguel ou o Tiago Martins. Já me expulsaram e já arbitraram jogos meus antes e depois e vão continuar a fazê-lo. O grande problema do videoárbitro é: eu sou o árbitro, outra pessoa é o videoárbitro; eu como árbitro tenho dúvidas num lance e deixo seguir; o videoárbitro tem um protocolo a seguir. O problema é que a decisão do árbitro é uma indecisão, porque tem dúvidas e ficamos nesta zona cinzenta. Quem tem de decidir é o árbitro, mas tem de fazê-lo em consciência total. Tenho a certeza que se o Hugo Miguel visse os lances na televisão como todas as pessoas, tinha marcado um ou dois daqueles lances, no mínimo. As leis dizem que as decisões têm de ser do árbitro, mas a ideia que fica é que foi uma decisão do videoárbitro. Tem de se resolver esta zona cinzenta. Se fosse na cara, um remate com aquela potência, o jogador teria ficado uns minutos no chão. Só pela intuição um árbitro vê que é lance para penálti porque não poderia ficar de pé depois daquele remate. A grande necessidade que hoje há é a de clarificar”, esclareceu.
Na antevisão ao jogo com o V. Guimarães, Sérgio Conceição disse gostar de pessoas coerentes e Rui Vitória respondeu.
“Incoerência? O Sérgio Conceição também já pediu para deixarem os árbitros em paz… O que digo é: se têm a possibilidade de ir ao monitor, vão! Em relação aos lances do dérbi e outros noutros estádios considero que não ficaram esgotadas as possibilidades para que o árbitro tenha ficado com certezas. Se têm de ir ver, que vão, pois ficam os árbitros com a consciência tranquila sobre as decisões que tomam. Temos este instrumento, há que aproveitar. Estou a ser coerente e aberto em relação a este assunto”, considerou.
Texto: Marco Rebelo
Fotos: Isabel Cutileiro / SL Benfica
Última atualização: 21 de março de 2024







