Futebol

02 outubro 2017, 01h11

“O momento não é de confiança máxima e temos essa noção”, assumiu Rui Vitória após o empate do Benfica (1-1) no reduto do Marítimo, tendo na memória lances na área dos insulares que o ataque do Tetracampeão poderia ter convertido em golo e também uma jogada polémica, de possível penálti por braço na bola (de Pablo em lance com Salvio), já no segundo tempo (quando as águias ainda venciam), que provocou um lamento.

“É bom que se possa analisar um eventual penálti… Há lances que já me fazem alguma confusão. Assumimos responsabilidades, e eu particularmente, mas em relação a um lance duvidoso que ocorreu as pessoas têm de se entender no critério da mão na bola”, enfatizou o técnico.

“Há dias, num Feirense-Paços de Ferreira, o Feirense ganhou quase no fim num lance deste género, que foi validado pelo videoárbitro. Aqui não se viu, ninguém foi ver… É fundamental que as pessoas acertem critérios e se perceba quando é volumetria ou não, porque senão é uma grande confusão e não é a primeira vez que acontece connosco”, complementou o técnico.

Rui Vitória recusou, no entanto, agarrar-se ao mau estado do relvado do Estádio do Marítimo para justificar o 1-1. “Gostaríamos todos de ter um relvado melhor, até as pessoas do Marítimo, mas isso não muda a nossa abordagem. Tivemos de alterar no sentido em que o jogo se tornou mais combativo, a bola não tão ligada, o jogo mais disputado, mas metemos o chip do que era o jogo, porque já sabíamos que ia ser assim”, afirmou.

“Adaptámo-nos ao jogo, não com a perfeição que queríamos e poderíamos, mas adaptámo-nos. Por aí [estado do relvado] não há muito a dizer, não há lamentos”, assinalou.

“Estou convencido de que ganharíamos este jogo noutro momento, mas é em cima destas condições que temos de trabalhar”, assumiu, reportando-se aos resultados.

“Temos agora 15 dias bons, vamos corrigir e dar ritmo a determinados jogadores que precisam. Vamos olhar para isto com uma visão corretiva. Saber o que estamos a viver e enfrentar é o que nos resta fazer”, vincou.

 

Texto: João Sanches

Última atualização: 2 de outubro de 2017

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