26 de novembro de 2017, 22h30

Laboratório do Benfica iniciou a maior goleada na Liga NOS

Futebol

Luisão, Jonas (com um bis, chegou aos 101 golos de águia ao peito), Salvio, André Almeida e Zivkovic deram expressão ao marcador (6-0) na partida com o V. Setúbal, no Estádio da Luz, em jogo da 12.ª jornada do campeonato. O primeiro lugar está agora à distância de apenas três pontos.

Autoritário e de confiança regenerada, o Benfica construiu o seu resultado mais volumoso na corrente edição da Liga NOS, batendo o V. Setúbal por 6-0 no Estádio da Luz, na 12.ª jornada.

Luisão, Jonas (2), Salvio, André Almeida e Zivkovic foram os responsáveis pelas finalizações certeiras, com os primeiros dois golos a nasceram de lances de laboratório (um livre cobrado à esquerda por Pizzi no 1-0 e um canto batido à direita pelo mesmo Pizzi no 2-0).

Com a quarta vitória seguida no campeonato – a sua melhor série na prova –, a equipa benfiquista reduziu para três pontos o atraso para o primeiro classificado, o FC Porto, que visita na sexta-feira, dia 1 de dezembro, na 13.ª ronda da prova. E Jonas, ao enfiar mais duas bolas na baliza, chegou aos 101 golos de águia ao peito.

Agressivo no meio campo ofensivo, o Benfica colocou-se em vantagem aos 7’, no aproveitamento de um livre conquistado no lado esquerdo do ataque. Pizzi assumiu a cobrança, levantou a bola para a área, Jardel foi mais forte pelo ar, na zona do segundo poste, e cabeceou para o lado contrário, onde Luisão apareceu solto para tocar de pé esquerdo para o interior da baliza do V. Setúbal.

Com Krovinovic, Cervi e Grimaldo a somarem combinações, o Benfica foi armando mais ataques pela esquerda (sem esquecer oportunidades no corredor contrário...), em busca de um golo que reforçasse a equipa no comando da partida. Os sadinos reagiram e empreenderam um par de contra-ataques, provocando um susto à defensiva benfiquista.

André Almeida, atento, neutralizou de carrinho a hipótese de golo que ameaçava nascer nos pés de Gonçalo Paciência, já no interior da grande área dos encarnados (22’). Sereno, o Tetracampeão arriscou por duas vezes o remate de meia distância (Jonas aos 25’ e André Almeida aos 26’), mas a melhor oportunidade saiu da cabeça de Jardel ao minuto 28, na sequência de mais um canto à esquerda. Cristiano, com uma estirada valente, sabotou a chance do Benfica.

A equipa de Rui Vitória mostrava-se sempre ameaçadora nos lances de bola parada e foi no desenvolvimento de um canto executado à direita que alcançou o 2-0. Pizzi bateu a bola para o coração da área e Jonas escapou a quem lhe vigiava os movimentos para cabecear imparável, apontando o seu golo n.º 100 de águia ao peito.

A fechar o primeiro tempo, Nuno Pinto, lateral-esquerdo da equipa sadina, recebeu ordem de expulsão por acumulação de cartões amarelos (faltas sobre Salvio e, a segunda, sobre Luisão). O segundo tempo abriu com mais um lance de belo recorte técnico na asa esquerda do Benfica, com Cervi a combinar com Grimaldo, que se soltou na área sadina e cruzou rasteiro na direção de Salvio. A chance de golo foi, no entanto, neutralizada por um defensor do conjunto setubalense.

O 3-0, no entanto, foi apenas adiado e por pouco tempo. Ao minuto 48, Salvio tabelou com Pizzi e isolou-se na direita da área, terminando a ação com um remate rasteiro e indefensável. Na segunda parte só deu Benfica… e oportunidades de golo junto da baliza guardada por Cristiano.

O 4-0 teve assinatura de Jonas, com um remate à meia-volta na área, de pé direito, a valorizar o cruzamento arrancado na direita por Krovinovic e desviado de cabeça por André Almeida na área (66’).

Os sadinos ainda estavam atarantados com mais uma amolgadela na organização defensiva quando André Almeida rompeu pela direita (68’) e transformou um cruzamento intercetado numa clara ocasião para colar mais uma bola às redes da equipa visitante (5-0).

A meia dúzia de golos foi "encomendada" por Jonas e concretizada por Zivkovic, que, descaído para a esquerda na grande área, chutou de pé canhoto e beneficiou de má abordagem de Cristiano à bola para festejar mais uma vez (87’).

Texto: João Sanches

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