29 de dezembro de 2017, 09h43

Pablo Aimar aponta Benfica como exemplo de ambição e exigência

Futebol

"É muito melhor jogar numa equipa onde não se pode ganhar por menos de dois golos do que numa que pode empatar", diz o antigo camisola 10 das águias (2008-2013).

Pablo Aimar, "o único jogador", nas palavras do genial Diego Armando Maradona, "por quem valia a pena pagar bilhete", entrou no Benfica em 2008/09 e, apesar de ter despido a camisola das águias em 2013 e de agora ser o responsável técnico da seleção sub-17 da Argentina, na verdade "continua" no Clube que mais o encantou e fascinou nos 13 anos de carreira que teve oportunidade de preencher no futebol europeu.

A "forte ambição" do Benfica e dos seus adeptos é uma das características que Pablo Aimar jamais esquecerá, ao ponto de a utilizar e citar como exemplo de querer e de exigência natural num contexto de competição.

Em entrevista de fundo ao jornal argentino "La Nación", o antigo camisola 10 das águias discorreu, num determinado momento, sobre as aspirações que devem e têm de ser creditadas à seleção argentina no Mundial 2018, na Rússia.

"Nós somos a Argentina: vamos a um Campeonato do Mundo e a única coisa que serve é vencê-lo. Somos assim. Na minha categoria nos Estudiantes de Río IV só se podia ganhar; fui para o River e o River não empata, ganha; fui para o Valência, e ainda que não seja a maior equipa em Espanha, naqueles anos era uma equipa que tinha de ganhar; no Saragoça tive duas temporadas que não foram boas, mas depois estive cinco épocas no Benfica, onde não se pode ganhar por menos de dois golos. É muito melhor jogar numa equipa assim do que numa que pode empatar", afirmou o ex-craque.

Texto: João Sanches

Foto: Arquivo / SL Benfica

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