28 de maio de 2019, 12h23

Afonso Guerreiro de regresso

Voleibol

Internacional português é reforço dos encarnados para a próxima temporada.

O SL Benfica informa que chegou a acordo com Afonso Guerreiro, de 24 anos, para integrar o plantel de voleibol de 2019/20. Esta será a segunda passagem do atleta pelos quadros do Clube.

Começa a ganhar forma a equipa de voleibol do Benfica. Depois do triplete conquistado em 2018/19, a aposta na continuidade do núcleo duro já é uma realidade, fechadas que estão as renovações de Rapha, Theo Lopes, Peter Wohlfahrtstatter, André Lopes e Zelão. Porém, e para colmatar as saídas de Bernardo Martins e Frederic Winters, os encarnados asseguraram a contratação de Afonso Guerreiro. O voleibolista natural de Portimão é o primeiro reforço da turma orientada por Marcel Matz e pode atuar como zona 4 ou oposto.

Internacional português, Afonso Guerreiro regressa a uma casa que conhece bem. Em 2011/12 chegou à Luz para integrar a equipa de juniores. Na temporada seguinte foi chamado a trabalhar no conjunto principal das águias, conquistando, também ele, o título de campeão nacional dessa época.

Afonso Guerreiro

Em declarações ao Site Oficial do Benfica, o atleta expressou a satisfação de voltar a vestir o Manto Sagrado.

“Era um objetivo que tinha desde que saí. Lembro-me perfeitamente de dizer à estrutura do Benfica que saía, mas com o objetivo de evoluir para poder regressar a esta casa um dia. Esse dia chegou e não podia estar mais feliz”, referiu, prosseguindo: “Conheço bem o grupo e sei que se rege pela experiência e capacidade de trabalho. Sou mais um que chega para trabalhar todos os dias no máximo, de modo a alcançarmos todos os objetivos propostos.”

Com apenas 24 anos, mas com larga experiência no voleibol nacional, Afonso Guerreiro aposta tudo em ajudar o conjunto benfiquista a alcançar os seus objetivos.

“Nos últimos anos apanhei diferentes grupos e treinadores e tentei absorver ao máximo o que cada um tinha de melhor. O facto de ter representado clubes como Fonte do Bastardo, Sporting de Espinho e Castêlo da Maia foi bastante enriquecedor na medida em que são clubes com muita história e exigência, o que me trouxe alguma experiência”, finalizou.

Texto: Luís Afonso Guerreiro

Fotos: Arquivo

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