19 de julho de 2019, 21h54

🎥 Chivas descodificado por Pedro Caixinha

Futebol

Profundo conhecedor do futebol mexicano, o treinador português analisou, em declarações exclusivas ao Site Oficial, o primeiro adversário do Benfica na ICC 2019.

É já neste sábado, pelas 13h00 locais (21h00 em Portugal Continental), que o Benfica entra em campo para arrancar a participação na International Champions Cup 2019. A partida, que tem lugar no Levi’s Stadium, na Califórnia, é diante do Chivas, do México.

O Site Oficial pediu ao português Pedro Caixinha, treinador de sucesso no futebol mexicano – venceu há dias mais um troféu, a Supercoppa, agora no comando do Cruz Azul –, para descodificar o adversário das águias. O técnico, que também já representou o Santos Laguna, começou por fazer a ressalva de que “o Chivas mudou de treinador [Tomás Boy]”, logo pode haver “mudanças na forma de jogar”.

Ainda assim, Pedro Caixinha frisou que é uma equipa que se apresenta, por norma, “em 4x4x2 clássico, com quatro defesas, quatro médios e dois avançados”. O português alertou, ainda, para o facto de um dos médios, normalmente Beltrán, “subir no terreno para se juntar nas costas dos avançados, permitindo que um dos alas feche mais dentro”.

Análise Chivas - Pedro Caixinha

O Chivas é uma equipa com várias dinâmicas ofensivas, usando bem os três corredores para atacar e fazer mossa. Pedro Caixinha chamou a atenção para os “movimentos interiores” protagonizados na ala direita por Brizuela [extremo] e pelo lateral Van Rankin.

Ainda em termos ofensivos, o Chivas é uma formação que aposta “em lances de 1x1” e que tem em Pulido “o avançado que baixa para jogar entre linhas”.

Análise Chivas - Pedro Caixinha

Na organização ofensiva, Pedro Caixinha salienta o facto de o oponente das águias gostar de “construir desde trás”, aproveitando a boa capacidade demonstrada pelos centrais para saírem a jogar. O Chivas tanto “pode sair a jogar curto ou longo”, mas fica a chamada de atenção: “Quando pressionada, a defesa do Chivas comete erros.”

Pedro Caixinha demonstrou, igualmente, que o Chivas “é uma equipa que gosta de pressionar alto”, mas que “deixa espaços na profundidade” que podem ser explorados pelos comandados por Bruno Lage.

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Nas bolas paradas, o Chivas, segundo o treinador português do Cruz Azul, “tem movimentações interessantes, nomeadamente através de arrastamento de defesas para libertar jogadores no ataque à bola”.

Texto: Marco Rebelo

Fotos: site oficial do Chivas e arquivo

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