Memórias na Luz by Chakall

22 outubro 2021, 18h07

António Bastos Lopes

Nestas Memórias na Luz by Chakall – uma rubrica do jornal O Benfica – António Bastos Lopes faz uma viagem intensa, frontal, descontraída e muito informal pela sua passagem pelo Benfica, que ainda não terminou, ou não estivesse integrado nos quadros dos escalões de formação do Clube.

Além da ligação profissional, este lisboeta de 67 anos demonstrou uma ligação sentimental única ao Benfica, em que encarna muito daquilo que caracteriza a mística.

António Bastos Lopes fez quase 400 jogos com a camisola do Benfica. Integrou vários plantéis, foi treinado por alguns dos melhores técnicos da história do Clube, entre os quais Jimmy Hagan, John Mortimore e Sven-Göran Eriksson.

António Bastos Lopes

A chegada à Luz deu-se ainda como júnior, já depois de ter estado perto por duas ocasiões, uma em que foi recusado, outra em que foi o próprio que declinou. Falou da quase ida para Guimarães e da passagem para a posição de central, que, segundo o próprio, foi a "safa para jogar nos seniores do Benfica".

Do ponto de vista da ligação com o Clube, a devoção da família ao Benfica, que, desde muito cedo, o encaminhou para ser benfiquista. "Os meus pais tentaram que eu adormecesse, mas nada feito. Até que passou o massagista do Benfica e, segundo eles dizem, deu-me água. Foi o meu batismo de benfiquismo", isto a propósito da sua primeira deslocação a um estádio.

António Bastos Lopes

Numa das histórias curiosas que contou, António Bastos Lopes recordou uma das mais saborosas conquistas encarnadas: a Taça de Portugal trazida das Antas, frente ao FC Porto. "Alguém se virou e disse 'olhem, a taça é igual a esta', ao que um responde: 'Igual, não, é a data deste ano', e a malta riu-se", contou, de forma divertida, ao jornal O Benfica.

Texto: Redação
Fotos: SL Benfica
Última atualização: 22 de outubro de 2021

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