Futsal Feminino

01 julho 2023, 14h00

Dricas

Dricas

Dricas, ala/pivô da equipa feminina de futsal, prolongou o vínculo contratual com o Sport Lisboa e Benfica, com a ambição de "conquistar tudo, mas ainda mais o que falta".

É um momento de grande felicidade aquele que Dricas vive. No futsal feminino do Benfica há duas épocas, a atleta fez parte da conquista dos Campeonatos Nacionais de 2021/22 e 2022/23 – os quais, juntando às quatro edições passadas, valeram às águias o título de hexacampeãs –, de 2 Supertaças, 1 Taça da Liga e 1 Taça de Portugal.

"É mais um desafio no meio de tantos que o Benfica nos traz. Este será mais um e é dessa forma que o encaro, com o objetivo de fazermos o pleno, de conquistarmos tudo, mas ainda mais o que falta. Individualmente também quero fazer melhor que nesta época", projetou a futsalista.

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Após uma temporada em que o Benfica venceu todas as competições em Portugal, Dricas apontou ao panorama europeu. Campeãs nacionais, as águias voltam a disputar o Torneio Europeu, prova que é praticamente uma Champions, ainda não ratificada pela UEFA, e cujo troféu querem trazer para a Luz.

"Quando temos o Torneio Europeu, que ainda não é oficial, percebemos a diferença de realidades. Por vezes são pormenores que falham e coisas que só a experiência e o estar lá nos permite perceber a diferença do nosso Campeonato, dos campeonatos lá fora e tudo mais. Tenho a certeza que estamos ao nível para conquistar isso, e, é como dizia, um dos objetivos passa por fazer o pleno, incluindo também esta competição. Acho que era inédito e merecido para o Benfica", ambicionou a ala/pivô.

Dricas

Ainda em termos de títulos, Dricas recordou o Campeonato do Mundo de Futsal Universitário feminino, conquistado por Portugal frente ao Brasil, em que também participaram Angélica Alves, Inês Matos e Leninha.

"Esse título é um espelho muito bonito para nós, um refletir de muito trabalho de uma geração que, por vezes, pode parecer mais apagada. De repente conseguimos provar a nós mesmas, principalmente, que conseguimos estar num patamar bem alto frente a seleções como o Brasil, que, apesar de ser universitária, é uma seleção muito forte", reforçou.

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Parte de uma geração histórica por si só, mas sem esquecer as páginas que ficam para trás, a jogadora admite sentir o peso da responsabilidade, que tem de ser encarada como "uma transição, não uma substituição".

"É uma transição saudável que tem de acontecer inevitavelmente. Temos de aprender, absorver, olhar para os exemplos que temos e querer desde já começar a ser um exemplo de alguma forma e a cumprir com os princípios do Clube, que é fundamental", explicou.

Aos Benfiquistas, Dricas deixou uma mensagem: "São os melhores adeptos, não há igual."

Texto: Redação
Fotos: Victória Ribeiro / SL Benfica
Última atualização: 2 de abril de 2025

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