14 de outubro de 2020, 11h53

Andebol e Benfica no sangue: do sonho à realidade

Andebol

Os jovens Pedro Tonicher e Gabriel Cavalcanti contaram como é a experiência de jogar pela equipa principal.

Pedro Tonicher e Gabriel Cavalcanti são prova de que quem luta sempre alcança. Os dois jovens andebolistas contaram à BTV como é jogar pela equipa principal do Benfica.

"A experiência tem sido ótima. É sempre bom trabalhar com a equipa principal. Esta é uma oportunidade que nos estão a dar para crescer como atletas e como pessoas. Eu, com oito anos, já vinha para os pavilhões ver os jogos e pensava que um dia queria estar naquela posição. É muito bom sentir que os nossos sonhos são concretizados e que o nosso trabalho tem sido recompensado", contou Pedro Tonicher, guarda-redes de 17 anos, em entrevista ao programa "Sport Lisboa e Modalidades".

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O guardião encarnado, que tem uma longa ligação com o Clube e esteve presente nos últimos três jogos da equipa comandada por Chema Rodríguez, vincou que é importante acreditar que o sucesso é possível. O pai, Marco Tonicher, foi ponta no Benfica, o irmão, Diogo Tonicher, também já passou pelo Glorioso, e a mãe, Sofia, foi guarda-redes das águias e da Seleção Nacional feminina de andebol. Uma verdadeira influência familiar...

"É importante acreditarmos sempre que conseguimos, pelo menos essa é a mensagem que passo para os meus amigos. Os meus pais sempre me incentivaram a experimentar um treino de andebol. Fui ao treino uma vez, gostei e cá estou", confessou.

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Outro dos jovens rostos que começam a deixar a sua marca nos pavilhões da Luz é Gabriel Cavalcanti. Se o nome lhe soa familiar, isso é porque o atleta de 16 anos é irmão de Alexandre Cavalcanti, ex-jogador da equipa principal de andebol do Benfica – vestiu o Manto Sagrado de 2013 a 2019

No desafio com o Maia/ISMAI, que terminou com uma sólida vitória das águias por 34-22, Gabriel estreou-se e até fez um golo nos momentos finais. Uma estreia de sonho... "Partilhar o campo com estes grandes atletas é uma sensação fantástica. Eles ajudam-me bastante a evoluir. Marcar um golo foi muito bom, foi o realizar de um sonho e espero marcar ainda muitos mais", apontou.

"Estou a seguir as pisadas do meu irmão e espero um dia chegar ao patamar que ele atingiu. Ele disse-me para não ficar nervoso e fazer aquilo que faço nos treinos. A minha família é toda do voleibol. Eu e o meu irmão é que fugimos para o andebol. O meu irmão começou a praticar por influência de uns amigos. Treinou, gostou e eu segui as pisadas. Ele é a minha referência nesta modalidade", finalizou.

Texto: Diogo Nascimento

Fotos: SL Benfica

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